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Destruição a jato

No filme “A grande aposta” sobre os eventos que levaram à crise de 2008, tem uma sequencia muito interessante que mostra um pouco a desconexão entre determinadas ações que são feitas em determinados espaços e as graves consequências para uma grande parcela da população. No filme, Brad Pitt, repreende 2 jovens investidores que comemoravam um grande negócio feito pelos três. Pitt, então, os alerta: “Vcs tem noção do que acabaram de fazer? Apostaram contra a economia (norte)americana. Qdo a bolsa cai 1% 400 mil trabalhadores perdem o emprego, mais um sem número de pessoas morrem!”
 
É isso mais ou menos o que ocorre com a lava jato. Até acredito que a sua cúpula saiba bem o que está fazendo. Moro foi treinado nos EUA e isso está no seu currículo Lattes, para quem quiser olhar. Mas pode ser que parte dos concursados, sem conexão com a vida real acredite que está apenas fazendo o seu trabalho, sem ter noção do que significa acabar com investimentos, créditos, empresa, enfim, empregos e vidas. Não percebe que sua ação condenatória está acabando com milhares, quiçá milhões de vidas.
 
Seria bom se esse video pudesse chegar a essas pessoas…

 

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O tamanho do desafio

Sou de uma família de militantes políticos. Há gerações, lutamos contra a injustiça no mundo. Dos dois lados da minha árvore genealógica há exemplos de pessoas que deram a vida para construir um mundo melhor, não só aqui no Brasil, mas lutando contra o nazismo/fascismo na Europa, por exemplo.

Eu nasci no final da ditadura militar e sou um pouco mais velho do que o partido que viria a ser o principal instrumento de mudança social das últimas décadas no país: o PT. Se olharmos só o PT de hoje, envelhecido pela luta, pelas disputas, pela falta de projeto político das esquerdas no mundo todo, talvez não tenhamos noção do tamanho histórico que essa defeituosa ferramenta da classe trabalhadora tem de verdade.

Porém, um olhar mais longe pode nos dar a noção do seu tamanho, assim como de seus feitos.

Vivemos num mundo de profundas desigualdades. Nunca a desigualdade foi tamanha. Dados apontam para o fato de que 1% da população mundial tem nada menos do que a mesma riqueza de toda a metade mais pobre. E a tendência global é que esses dados piorem.

Vivemos num mundo que exclui o diferente, que pratica limpeza étnica, que não aceita que você acredite em outra coisa que não no SEU Deus.

Vivemos num mundo que destrói seu próprio ambiente para dar vazão aos anseios de vontades que são construídas pelos próprios produtores dos objetos de desejo dos consumidores.

Vivemos num mundo em que é mais importante parecer que se tem alguma coisa do que realmente ter.

E foi nesse mundo, caduco, após o fim de uma alternativa, que no fim não trouxe alternativa na forma de viver, que foi criada e cresceu essa experiência brasileira. Ela foi criada exatamente na crítica a essa alternativa global que não alterou o essencial, mas que, pelo menos, trouxe uma perspectiva menos comercial para a vida daqueles que viviam sob seu arco. Porém esse rumo acabou. O muro caiu. E o outro lado tomou conta da nossa direção nos fazendo ser cada vez mais mercadorias a ser comercializadas para que os donos do mundo tenham cada vez mais as custas de muitas almas.

Não se podia esperar que nascesse da falta de rumo, um prumo para o país e para o mundo. Nesse contexto, só foi possível a arrumadinha , o jeitinho no sistema imperfeito e capenga que foi a síntese possível após a noite longa, que é a democracia brasileira.

Esse jeitinho, esse aceitar de coisas inaceitáveis, esse ceder de coisas que não deveria,  esse jeito de adiar coisas importantes, no entanto, foi suficiente para mudar milhões de vidas. Poderíamos até mesmo dizer que essas vidas foram criadas, pois, em muitos caso eram só organismos sem nenhuma noção de que viviam numa sociedade complexa como a do mundo do séc XXI. Não tinham luz, não tinham água e nenhum assistência de um Estado, que só conheciam pela força bruta que os expulsava de qualquer noção de cidadania.

Para outra parcela, o jeitinho, trouxe uma melhora significativa na sofrida luta do dia-a-dia, materializada no aumento do salário mínimo, da distribuição de moradias dignas, do emprego formal.

Todas essas mudanças foram possíveis através de ações governamentais, condicionadas ao acordo de governabilidade com aqueles que não mais toleram que se mexa na estrutura do país em nome de um desenvolvimento. Para as forças conservadoras nacionais é melhor viver num país periférico, extrativista, excludente, com heranças escravocratas do que pode fazer parte dos países chamados desenvolvidos, onde os elementos dessas forças teriam que dividir a mesa com pessoas de segunda classe.

Por pior que tenha sido a postura do partido nesse momento histórico, não apagam o enorme êxito de ter tirado milhões da miséria, acabado com a fome. O governo e o partido foram se juntando ao inimigos na crença de que era possível promover as tão urgentes mudanças na estrutura socioeconômica brasileira sem conflito, ao contrário do que se pregou durante tanto tempo no século passado. Não deu. O conflito veio do lado de lá, que não mais aceitou que não se tenha mais margem para manobrar vidas em busca do lucro, o conforto e o luxo fácil.

Cresci ouvindo histórias da ditadura. Entre cômicas e trágicas, essas histórias são parte da minha formação humana. Me ajudaram a enxergar mais do que os olhos dos telejornais nos mostram. Hoje, então, eu posso dizer: nossos pais não lutaram em vão para construir essa frágil democracia. Não lutaram para construir esperança para agora, os mesmo de sempre, mancomunados com as forças internacionais de sempre, pisarem em nossos canteiros.

Bem vindos à luta de classes e vai ter luta.

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A nova política é diferente

É impressionante que, em pleno século XXI, a gente ainda faça uma discussão política pré-eleitoral baseada em slogans e palavras de ordem vazias. A eleição parece uma competição para quem lança a palavra de ordem mais original, quem passa a imagem de ser melhor preparado e jogar melhor o jogo da marquetagem.

É impressionante também o tamanho da discussão em torno da religião. Gente, essa coisa de divisão da igreja e do Estado é antiga pacas, para usar uma expressão quase tão antiga.

Sei que há muito de emocional no voto, mas, dada a conjuntura internacional, não podemos mais nos dar esse direito. Digo isso, porque vivemos um período de extrema concentração de recursos no mundo todo. Não sou eu quem diz isso, é a ONU, aqui. Então num mundo que acabou (será?) de viver sob a hegemonia dos EUA a partir do que ficou conhecido por Consenso de Washington, parece, agora, apresentar alguma mudança a partir do início do século.

Por isso podemos afirmar que o que há de mais novo no cenário internacional não é o capitalismo verde, nem a terceira via européia, nem o movimento antiglobalização, ou a sua versão mais moderna, ou as primaveras, os Black blocs, os coletivos anarquistas etc. onde o indivíduo toma uma espaço gigante na construção de narrativas.

O que tem de mais novo na conjuntura internacional, e que é capaz de atormentar o centro do poder mundial é o que vemos hoje na América Latina, principalmente no Brasil. Não pensem que fazer o que se tem feito nessa região é fácil. Vai na contramão do status quo e mira a principal mazela do mundo globalizado: a exclusão de milhões de pessoas da vida quotidiana, desde a produção até o consumo, não só de supérfluos, mas do essencial à vida. Essa exclusão é necessária ao sistema para que se garanta os ganhos de quem manda.

Por mais que pareça pouco, eu realmente não quero retroceder nessas conquistas e muito me preocupa o próximo período.

Quero encarar o difícil desafio da mudança, com seus atropelos e avanços.  Não dá para ficar somente afirmando e reafirmando belas posições e belas palavras de ordem. Os desafios do nosso tempo são gigantes, assim como sempre foi a luta dos trabalhadores contra a exploração. Quero tê-los em meu horizonte e, principalmente, tê-los no milhões de quilômetros já percorridos dessa luta.

 

PS: o Azenha, com muito mais competência traça o panorama internacional e o papel da América do Sul nele a que me refiro, aqui

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A nossa Copa

Maracanã final da copa das confederaçõesEnfim ela chegou. Bate a nossa porta a Copa. A nossa Copa. Parece que demorou muito. Anos. 64 anos, para falar a verdade. A Copa que muitas pessoas, que curtem futebol, sempre sonharam em acompanhar de perto. A Copa no sagrado solo da terra do futebol.

E a Copa no Brasil, como não podia deixar de ser, não será só a Copa do futebol, mas já é a Copa da discussão política.

Deveria ser a nossa chance de mostrar para o mundo como se joga, se torce e se organiza o futebol no país do futebol. Poderia ter sido. Claro que não foi. Mas está sendo um momento de crescimento da política do país.

E é essa a discussão que está nas esquinas, nas ruas, nos bares (além das figurinhas, é claro – faltam 23 ainda, alguém? álbum completo). A discussão é se a Copa é boa ou é ruim para o país. Ninguém discute se o Brasil deveria jogar com 2 ou 3 atacantes. Se o Ramirez deve ser titular, ou o que faz o Hulk na ponta direita.

Claro que a Copa trouxe problemas e também trouxe investimentos em infraestrutura.

A discussão, no fundo, não é sobre a Copa. E o que se está discutindo, então, usando a copa como pano de fundo?

Não é o investimento em educação ou saúde. Qualquer pessoa razoavelmente informada sabe que são coisas distintas e que os investimentos em estádio não tiraram um centavo da saúde e da educação. Além é claro do enorme retorno financeiro que o país terá depois da Copa.

Não é também se nós vamos ou não passar vergonha. O mundo conhece o Brasil. Não precisamos repetir essa falácia da imagem. A imagem do Brasil nunca foi tão boa lá fora. Mesmo que a Economist tente, depois de encher a nossa bola, esvaziá-la por termos enfrentado alguns (poucos) interesses do grande capital.

A questão é, então, a construção de cidadania. As ruas são parte disso, mas não o todo. Ser contra ou a favor da copa é uma posição política. Se muitas vezes essa é uma posição rasa, baseada simplesmente se você apoia ou não o Gov. Federal, outras podemos ver um debate sério, que pretende apontar problemas reais da sociedade e aponta saídas e soluções (não acho que todo o debate sério deve apontar soluções, necessariamente). É o caso das remoções, das obras superfaturadas, das imposições da Fifa, falta de planejamento em algumas coisas, para dar alguns exemplos.

Uma coisa que me irrita, às vezes, é gente achando que a Copa deveria ser a solução para as nossas mazelas todas. Ora, não vamos resolver os problemas estruturais de 500 anos de construção de um país em 7 anos de preparação para uma festa.

Pois é isso que a Copa é. Uma festa e um negócio. Muitas festas, dessas que a galerinha frequenta por aí são a mesma coisa, salvo as devidas proporções, é claro. Faz-se a festa, ganha-se dinheiro, uma galera se diverte. Isso traz problemas com o vizinho, com a polícia…

Então, vamos ter Copa e já tivemos um crescimento político. Uma nova postura da sociedade vai se construindo aproveitando a Copa. Claro que não é só por causa da Copa ou das Olimpíadas que essa vontade, esse desejo, é construído. Mas os grandes eventos, que mexem com a vida das cidades, aceleram esses processos. Essa é a nossa grande vitória. E por isso, o resultado do jogo de 13 de julho, quem vai levantar a taça ou quem será o melhor jogador da competição, não fará nenhuma diferença na vida política do país, embora possa deixar muita gente alegre ou triste com o futebol. Mas é só futebol, e a maior vitória, nós já conquistamos.

Somos um jovem democracia buscando seu marco civilizatório, com a vantagem de poder olhar para o mundo e poder apontar acertos e erros em outros modelos de civilização. Temos um longo caminho pela frente, com muitos percalços, mas já demos alguns passos.

 

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Em defesa das lutas democráticas, das ruas e da nossa história

Documento para debate interno no PT, elaborado por militantes petistas de diversascorrentes internas para diálogo com a direção e militância do partido.

 

1. O Partido dos Trabalhadores foi forjado nas lutas democráticas, por justiça socialno Brasil. O PT construiu sua trajetória, ao longo dos anos, calcado na luta dasruas e, nos últimos 10 anos, com Lula e Dilma à frente da Presidência daRepública. Apresentamos políticas governamentais que elevaram a qualidade devida do povo brasileiro, ajudando a elevar sua condição econômica, social, culturale tirando milhões de famílias da miséria. Isso nos enche de orgulho comomilitantes petistas!

2. Porém, nosso partido ficou aquém da capacidade de compreender a necessidadede disputar à esquerda os valores, ideais e as pautas históricas forjadas nas lutasque derrubaram a ditadura. Essa incapacidade, aos poucos, abriu um vácuoenorme entre nós e os movimentos sociais, organizados historicamente pelocampo progressista.

3. Já há algum tempo, temos colocado que o PT tinha uma capacidade limitada dedialogar e organizar os anseios da Juventude:

“Contudo, uma constatação deve ser feita: a organização e o diálogo com a juventude nunca foi uma prioridade política para o Partido dosTrabalhadores. Essa identificação da juventude com o partido sempreesteve presente pelo caráter transformador da sociedade que o PTrepresenta e pelo seu ineditismo com expressão política de esquerda noBrasil. Também pela sua forte inserção nos mais diferentes movimentossociais, ou seja, os jovens se identificam com nosso Partido em razão do seu programa geral e não porque o Partido tenha uma política voltada paraa disputa deste setor.Se levarmos o problema de organização da juventude para nossaintervenção nos movimentos juvenis, a situação é aquém da capacidade demobilização real do PT. Hoje, não conseguimos ocupar em nenhuma das frentes de luta dos movimentos juvenis uma posição de centralidade.Atuamos de maneira fragmentada e, em geral, levando as disputasinternas para o seio dos movimentos”

Resolução Concepção e Funcionamento, I Congresso da JPT, maio de

2008.

 

4. Considerando a nossa presença há mais de 10 anos no Governo Federal, há umagrande geração que não conhece o PT fora da institucionalidade. Associa a ele não mais a transformação, mas sim o status quo. Isso é agravado pela forte ofensiva da mídia na tentativa de igualar o PT a demais partidos, em um senso comum despolitizador e potencialmente anti-democrático: “são todos iguais ecorruptos”.

5. As manifestações organizadas a partir da pauta do “passe livre” merecem umolhar cuidadoso por parte das pessoas realmente preocupadas com odesenvolvimento do país.Para entendermos a sua complexidade, é preciso nosdebruçarmos sobre a dinâmica das redes sociais, bem como de novosmovimentos sociais, que não se alinham ao nosso tradicional campo democráticoe popular. Além disso, há que se considerar atentamente o papel que a grande mídia cumpriu ao optar pela disputa do conteúdo políticos das mobilizações.

6. Longe de vermos o protesto de forma uniforme, houve um forte e rápido giropolítico e apropriação da pauta por setores organizados da direita. Isso se deu nointerior das redes sociais, que possuem um alto poder convocatório.

7. Nela, como todos podem gerar e reproduzir informações, temos uma (falsa)sensação de igualdade e de estarmos falando entre pessoas com as quaisconfiamos. Afinal, a informação é repassada por vínculos de “amizade”. Contudo,assim como na mídia, há forte possibilidade de manipulação.

8. O que vimos hoje no Brasil é uma explosão de insatisfações com diversosproblemas históricos existentes em nosso país. Ela aponta para transformaçõesestruturais no capitalismo brasileiro em todas as esferas de governo, reivindicandomais eficácia no gasto público com transporte público, saúde e educação.

9. Certamente o PT e a esquerda precisam se debruçar sobre a pauta da reformaurbana e apresentar uma proposta que dispute corações e mentes da sociedade.A mobilidade urbana sempre foi pauta prioritária para discussão da esquerda edos governos municipais do PT, pois está diretamente ligada à qualidade de vidados trabalhadores brasileiros. É preciso ousar e enfrentar os verdadeiros cartéisque dominam as concessões de transporte em todo o país.

10.Alçamos uma importante vitória ao conseguirmos sediar a Copa dasConfederações e do Mundo. No entanto, apesar das relevantes alterações nasestruturas de algumas cidades, em outras não ficou nítido para a população qualserá o legado positivo que o Brasil deixará ao seu povo ao final das competições.É inegável o mal estar sobre os gastos e nós precisamos dar respostas dignas àpopulação.

11.Mesmo com toda a ampliação da participação popular nas instâncias derepresentação política, afirmadas nas dezenas de conferências e conselhos depolíticas públicas criados, não conseguimos, nos nossos dez anos à frente dogoverno federal,é preciso garantir espaços de vocalização das demandas que secolocam hoje, nas ruas. As manifestações na rua mostram que, embora tenhahavido ganhos expressivos, falhamos no essencial: aproximar o cidadão dosprocessos de tomada de decisão sobre o dinheiro público. O PT precisa ter papelativo no interior do governo, na proposição de novos canais de participaçãodemocrática, em todos os setores governamentais, antenados com essa juventudeque se expressa e se organiza pelas redes sociais, à esquerda e à direita.

12.Não conseguimos atrair para a militância petista essa parcela da juventude e dasociedade que, genuinamente, coloca suas insatisfações e sua crítica contundenteao sistema político e aos partidos. Sabemos que o PT é um dos partidos em quehá maior democracia interna. As eleições diretas para nossas direções são provadisso. Mas, após tantas alianças com nossos adversários históricos, caímos nageleia geral da política institucional. E disso se aproveita a elite conservadora, amídia irresponsável e setores puramente golpistas que, até então subterrâneos,começam a colocar a cabeça para fora. Essa aberração política fez os gruposassumidamente fascistas liderarem a massa contra as bandeiras e camisas demilitantes do PT e outros partidos de esquerda, nas manifestações dos últimosdias, em várias capitais brasileiras.

13.Entendemos que, nas próximas semanas, será jogado o futuro do PT como poloagregador daqueles que permanecem em luta contra as injustiças e contra adesigualdade que – mesmo com todos os avanços – ainda permanece em nossopaís.

14.Somos chamados nesse momento a resgatar nossa tarefa histórica: a deorganizar nossa militância, de protagonizar a organização de um campo político ede construir com as entidades dos movimentos sociais uma agenda de reformas emudanças populares para o país, passando pelo governo e pelas ruas, onde averdadeira massa está à espera de respostas concretas.

15.Mais ainda: devemos atuar também no campo simbólico, ideológico, cultural epolítico. A falta de identificação da juventude com o PT passa por uma questão decultura política, de formas e métodos do agir e governar. Nossa burocratização,interna e governamental, afasta a geração dos cidadãos conectados ecolaborativos. Além de emprego, educação e saúde, o PT deve voltar a despertarutopia.

16.O partido deve fazer um apelo a todos/as entidades, movimentos, sindicatos,artistas, partidos, intelectuais, juristas, religiosos, enfim todos os cidadãos que,independentemente de suas opiniões políticas e ideológicas e, que estãopreocupados com o que está acontecendo, se unam em torno da defesa dademocracia, da liberdade de expressão e da livre organização das entidades domovimento social.

17.Cabe à atual direção do partido organizar e fazer chegar a todos os seusdiretórios, bancadas parlamentares e aos governos municipais, estaduais efederal a seguinte pauta:

● Rearticular o campo democrático e popular pela defesa das conquistas dosgovernos Lula e Dilma.

● Aprofundar a campanha pela reforma política, com o financiamento público decampanha, retomando o compromisso radical do PT com a participação popularatravés da atualização de nosso programa participativo com as possibilidadesabertas pelas novas tecnologias e difusão das redes eletrônicas.

● Trabalhar pela democratização dos meios de comunicação, ampliando canais deinformação e debate alternativos à mídia conservadora.Enquanto não garantirmos verdadeiramente a pluralidade de fontes de informação, o caráter público das concessões de rádio e TV, e o direito à comunicação do conjunto da população, não superaremos boa parte das fragilidades que nossa democracia mantém.

● Orientar a bancada federal à aprovação urgente de agendas como os 100% dopré-sal para educação.

● Incorporar o direito à mobilidade no Estatuto de Juventude, indicando paraimplementação do passe livre para juventude no transporte público.

● Dotar o país de uma malha de ciclovias e meios de transportes limpos, quepermita a mobilidade com respeito ao meio ambiente.

● Cobrar do governo uma demonstração de guinada à esquerda em açõesconcretas e cobrar ampliação dos canais de diálogos do governo com osmovimentos e a condenação pública imediata, da bárbara violência policial contraos manifestantes.

● Promover a desoneração tributária da classe trabalhadora e tributação dasgrandes fortunas.

● Enfatizar a laicidade do Estado e a defesa dos direitos humanos, bem como a promoção de igualdade entre homens e mulheres, negros e brancos e a garantia dos direitos da população LGBT. Podemos observar que esses são temas caros à juventude, que compõe parcela expressiva desses movimentos e se frustra quando vê suas reivindicações por cidadania e dignidade serem subordinadas aos caprichos dos setores conservadores que, desde a base do nosso governo, não encontram limites para buscar avançar sua agenda, à revelia do sentimento da nossa sociedade, inclusive.

18. Assim, conclamamos a direção do PT a organizar sua militância a lutar pelo legado

histórico que construímos nos últimos 33 anos. Não deixemos, por pura inoperância,setores historicamente conservadores retomarem o poder.

Em defesa das ruas, do povo e da nossa história.

FACEBOOK, 20 a 24 de Junho de 2013.

Assinam:

1.     Ademário Sousa Costa Vice-presidente da UNE 2001-2003. Diretório Estadual do PT da Bahia.
2.     Adriano Oliveira – vice-presidente da UNE 99/01 e SNJ 2000/01
3.     Afonso Tiago – JPT do PT Fortaleza de 2003 a 2004, e Sec. Juventude da Pref. de Fortaleza de2005 a 2012.
4.     Alex Piero, ex-conselheiro do Conselho Nacional de Juventude pela Pastoral da Juventude, atualmente na Secretaria Municipal de Cultura, São Paulo.
5.     Allan Rodrigo Alcantara (CA Psicologia 1999-2003, DCE 2001-2002, Psicólogo, ConselheiroRegional de Psicologia 2007-2009, Presidente da Federação das Associações de Moradores doEstado de Santa Catarina, Secretário de Relações Internacionais da Confederação Nacional dasAssociações de Moradores e Secretário Estadual de Formação Política do PT-SC)
Anderson Batata – Foi Diretor da UEE-RJ e Secretário da JPT-RJ de 2001 a 2005
7.     Anderson Cunha Santos, Professor de História das Prefeituras de Contagem e BH, DCE-UFMG(1995-1996), CAHIS-UFMG (1996-1998), Secretaria Geral da FEMEH-1998, Presidente do D.A.FAFICH-UFMG (1998-1999), Coordenador do Setorial LGBT do PT-MG (2011-2012)
8.     Antônio Carlos Freitas, deputado estadual, 2• Vice presidente do PT CE, foi do coletivo estadualda JPT de 2005 a 2007.
9.     Alessandra Dadona, secretária de juventude do PT de SP 2008 -2010
10.  Alessandra Terribili – jornalista, cantora e poetisa – diretora da UNE (2003-2005), DE do PT-SP(2005-2007)
11.  André Rota Sena, Executiva da UNE – 2003-2005,
12.  André Brayner, advogado, foi coordenador do Festival das Juventudes da Prefeitura de Fortalezaem 2010 e 2011
13.  Alexandre Luís Giehl – Coordenação Regional II da FEAB (SC/PR), gestão 1999/2000
14.  Ariane Leitão, coletivo nacional de juventude do PT 2005/2008 e Vereadora suplente do PT/POA.
15.  Bob Calazans – Foi Vice Presidente da AMES de 99 a 2000 e do Coletivo da JPT-RJ, e é membro da Executiva Municipal do PT Rio
16.  Breno Cortella, vereador e presidente da Câmara Municipal de Araras/SP, secretário municipal daJPT 2001/2004.
17.  Bruno Elias – militante do PT, 1º Vicepresidente da UNE 2007/2009, Coordenador de RelaçõesInternacionais da JPT 2009/2011.
18.  Bruno Vanhoni Executiva da UNE 2005/2007; Coletivo Nacional de Juventude do PT
19.  Camila Vieira ( k k ) ENECOS ( 1999 a 2003), DCE UCB (2000 a 2004), Diretório Estadual do PTda Bahia
20.  Carla de Paiva Bezerra, é advogada e gestora, trabalha na SNJ/SG. Foi da DNJPT 2008-2011 eSecretária da JPT-DF 2008-2009 e do DCE UnB 2003-2004.
21.  Carlos Eduardo de Souza- secretário juventude do PT-SC 2002- atual secretário Geral PT Floripa
22.  Carlos Eduardo Amaral (Cadu) – ex-coordenador-geral do DCE/UFAL (2006-2007) e ex-diretor da UNE (2007 – 2009)
23.  Carlos Odas, secretário nacional de juventude do PT (1999/2001), Coordenador do ProjetoJuventude (2004), atual Coordenador de Juventude do GDF
24.  Carlos Henrique Viveiros Santos coordenador da JPT Gov. Valadares 2008 – 2010 e atual Diretorde Políticas Públicas de Juventude da Prefeitura Municipal de Gov. Valadares, Assessor Diocesano daPastoral da Juventude.
25.  César Augusto Da Ros, CN – FEAB 97/98, professor do Departamento de Ciências Sociais,professor do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial e Políticas Públicas ePró-Reitor de Assuntos Estudantis da UFRRJ
26.  Charles Carmo foi diretor do DCE/UFBA e do CARB/UFBA
27.  Clarissa RihlJokowski, advogada, Presidenta do Diretório Acadêmico do Direito UCS Gestão2005
28.  Cleberson Zavaski – CN-FEAB 98-99, Presidente da Associação de Eng. Agronomos do DF ePTDF
29.  Cledisson Junior diretor da UNE (2009-2011) conselheiro nacional de promoção da igualdaderacial
30.  Daniel Feldmann – diretor da une(1999-2001)
31.  Daniela Matos – Diretora de Relações Internacionais da UNE 99/2001
32.  Danilo Chaves – FEAB 1999-2001, vice presidente UEE MG 2003-2004, PT-BH;
33.  Darlan Montenegro Executiva da UNE (1992-95) Professor de Ciência Política – UFRRJ
34.  Débora Cruz, jornalista, ex-JPT e do setorial de TI/PTDF
35.  Débora Mendonça, PT/CE, Coletivo de Mulheres Estadual PT/CE, Militante da Marcha Mundialdas Mulheres
36.  David Barros, ex- presidente do Conjuve(2010-2011)
37.  Eduardo Valdoski, jornalista, ex-coordenador de comunicação (2008-10) e secretárionacional-adjunto da JPT (2007-08) e secretário municipal da JPT/SP (2003-05)
38.  Eliana Cacique – Coletivo Estadual da JPT-RJ de 2001 a 2005 e é membro da Executiva Estadualdo PT-RJ.
39.  Elida Miranda, jornalista, Regional ENECOS (2005), CUT- AL e Diretório Estadual do PT/AL
40.  Ellen Machado Rodrigues – Medica Sanitarista, DENEM 2003/2005 , AMERESP 2010/2011
41.  Erika FernandaViana – médica, DCE UFPB 2004/2005
42.  Fabiana Malheiros – DCE UFES, PT-ES.
43.  Fabiana Santos – Foi Presidenta do Grêmio Herber de Souza, do CA de Geografia da UGF, do Coletivo da JPT-RJ de 2001 a 2003 e é membro do Diretório Estadual do PT
44.  Fabrício Gomes de França Ambientalista. Tesoureiro Upes (95-97), secretario da JPT SantoAndré (98-2000). Atualmente Secretário Adjunto da Secretaria de Gestão dos Recursos Naturais deParanapiacaba e Pq Andreense da Prefeitura de Santo André
45.  Fábio Sanchez, sociólogo, ex-secretário nacional adjunto de Economia Solidária (2005-2011).
46.  Felipe Oliveira Lopes Cavalcanti, Médico Sanitarista, DCE UFPB 2004/2005
47.  Fernanda Teixeira – DCE UEMS, Vicepresidente da UEE/MS, JPT, MMM, C.E. Mulheres do PT -MS.
48.  Flávia Azevedo, jornalista, ENECOS, DCE UCB e JPT de 2003 a 2005
49.  Francielly Damas, farmacêutica, membro da Associação AFLORE – Associação Florescendo a Vida de Usuários, Familiares e amigos da Saúde Mental de Campinas
50.  Florentino Júnio, DCE/UnB (2010) e membro do Setorial de Saúde do PT/DF.
51.  Gabriel Ribeiro – Foi Secretário Estadual da JPT/RJ e membro do Coletivo Nacional da JPT de2005 a 2008.
52.  Gabriela Gilles Ferreira – ABEPSS, JPT, PT-ES.
53.  Giliate Coelho Neto, médico de família e comunidade, coordenador geral da DENEM (2003),
54.  Graziele Rodrigues Duda – ENESSO, DCE UFES, UNE, JPT, PT-ES.
55.  Guido Rezende – radialista e blogueiro ex-diretor da UNE e UCE
56.  Guilherme Floriani – ME Esalq 98 a 2000
57.  Guilherme Guimarães de Azevedo – DCE- UFV (2007 e 2008); Dir. de Movimentos Socias daUEE-MG (2009/2011); 3º Vice-Presidente da UNE (2011/2013)
58.  Humberto de Jesus executiva da Ubes 1997/1999, RI da Une 2001/2003, ex-secretario nacional dejuventude do PT 2003/2004, atual secretario de desenvolvimento social, cidadania e direitos humanosde Olinda.
59.  Ingrid Gerolimich – Foi Coordenadora Geral da AMES-RJ em 2001 e Coordenadora Estadual de Juventude do Governo do Estado do RJ em 2002
60.  Isadora Salomão – Arquiteta e Urbanista, Ex-DCE UFBA e Coletivo de Mulheres doPT-BA
61.  Jacir João Chies, Coordenação Nacional da FEAB 2001/2002.
62.  Jean Tible, assessor da Fundação FriederichEbert
63.  Jonas Valente – ENECOS, secretário-geral do Sind. dos Jornalistas do DF e militante do PTDF
64.  José Haroldo Thunder- Executiva Nacional de Ciências Sociais (1995-1997), DCE Puc Campinas(1996-1998), PT Votorantim
65.  João Maurício, Executiva Estadual do PT do RJ, UBES 2003
66.  Josué Medeiros – foi 1º vice-presidente da UNE (2005-2007), hoje professor de interpretações doBrasil da UFRJ
67.  João Brandão, UEE RJ (2003 a 2005),DCE da UFRuralRJ (2002 a 2007) Professor de educaçãofísica do Rio de Janeiro
68.  João Paulo Rillo, Deputado Estadual PT-SP, Presidente da UMES de São José do Rio Preto em 1994 e 1995;
69.  João Scaramella – CN FEAB 2002-2003
70.  João Vicente (Caixa d’Água) – Coordenador das Juventudes Metalúrgicas do ABC e daCNM/CUT 1997/1999, hoje membro do Setorial Jurídico do PT/SP e Secretário dos AssuntosJurídicos e da Cidadania de Franco da Rocha/SP;
71.  João Wilson Damasceno, gestor cultural, foi secretario geral do DCE UFC em 2007/2008
72.  José (Zé)Ricardo Fonseca – Diretor da UNE 2001-2003- PT-DF
73.  Julian Rodrigues , PT-SP (UNE e JPT 1997-2003)
74.  Juliana Terribli, psicóloga, foi dirigente da JPT-SP 2008-2011
75.  Julio Ladeia, vicepresidente UPES 1995/97, ex-membro do Diretório Estadual do PT, militante do PT de São José do Rio Preto, coordenado do CEU Butantã , SP.
76.  Larissa Campos – secretaria adjunta da jpt-mg e DNJPT 2008/2011 1a dirt.de movimentos sociaisda UNE 2007/2009
77.  Léo Bulhões – Coord. Geral Executiva Nacional de Bio 1998-1999, Presidente DCE UFPE 2000-2001, Diretor UNE 2001-2003, atualmente Assessor Especial de Projetos Secretaria de Participação Social – Caruaru – PE.
78.  Karina de Paula (Kakau) – Membro da Executiva Nacional da JPT e Secretária Municipal da JPTde Rio Claro – SP
79.  Leandro Ferreira, Executiva da JPT-SP.
80.  Lívia Manzolillo, jornalista, foi Presidente do DCE UNIFOR de 2003 a 2004.
81.  Louise Caroline, Vicepresidenta da UNE 2005/2007; Vicepresidente do PT/PE
82.  Lourival de Moraes Fidelis, estudante de doutorado, UNICAMP, Bolsista de Estágio doutoral pelaCAPES, Universidade de Córdoba, Espanha
83.  Lucas Cassab Lopes – Dce UFJF 2005-2006, Cahistufjf 2004-200, coletivo estadual de juventude2006-2008, tesoureiro do pt-jf 2007-2009,
84.  Luciana Mandelli – historiadora – UEE-SP (1999/2003), Col. Nac. JPT (2002/2005) e DR- PT-BA
85.  Marcio Ladeia, publicitário, assessor da CUT, UNE 2005/2007, vereador de São José do RioPreto 2001/2004, UMES 1996/1999 e UPES 1997/1998 militante do PT.
86.  Marcos Asas – poeta e médico, Conselheiro Nacional de Saúde, presidente do DCE UPE “PauloFreire” 2004/2005, presidente AMERESP 2011/2012, diretor de Saude da ANPG
87.  Miguel Papi – DCE UFRJ 1999 – 2002
88.  Orlando Catharino, membro do coletivo estadual da jptsp em 1991 e 1992
89.  Otávio Antunes – jornalista, Vicepresidente da UBES 1997/1999 PT Campinas
90.  Paulo Navarro – médico Sanitarista, DCE UFPB 2004/2005, presidente da AMERESP 2010/2011
91.  Pedro Gerolimichex Vice Presidente da UBES 2003/2004 – Diretório Municipal PT/RJ
92.  Pedro Moreira Coordenação regional da feab (2002 e 2003), secretario estadual de juventude doPT/MG 2004 e 2005 e vice presidente de UEE/MG 2004-2005
93.  Pedro Tourinho – Vereador PT Campinas, Médico Sanitarista, professor PUC Campinas,DENEM 2005/2006
94.  Pedro Vasconcelos – Ex Secretário da JPT RS 2005 2007. Membro do Coletivo Nacional deCultura do PT.
95.  Penildon Silva Filho, professor da UFBA. DCE UFBA 1992-1993 e Diretor da UNE 1993-1995
96.  Rafael Barbosa de Moraes (pops), vice-presidente da UNE 2003/2005, secretário nacional dejuventude 2005/2008
97.  Renam Brandão – Secretário da JPT-BA 01/03, Executiva dos Estudantes de CEFETS 97
98.  Rídina Motta Diretora LGBT UNE 2009 /2011
99.  Rodrigo Abel, Secretário nacional de juventude do PT 2000/2003
100.     Rodrigo Campo, ex-Tesoureiro do PT-RS, de 2005 a 2007.
101.     Romeu Morgante, ex presidente da umes santo andre e diretor da ubes 1998/99 umes, 99/2001UBES
102.     Rodrigo Rubinato “Cabelo” – Coordenador da Ames – RJ em 2003, Secretário-geral da FEMEH em 2004
103.     Rodrigo Salgado, Professor e Advogado. Ex-coordenador da FENED, Coordenador do DAJMJr
104.     Samuel de Mesquita – Ex-presidente da UENI, Ex-presiidenteda ARES, Ex- vice-presidente baixada da UEE/RJ, Ex-presidente do DA de Direito da UNIABEU
105.     Sávio José, vereador PT – Viçosa-MG.
106.     Serena Reis – CN FEAB 2002-2003, analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservaçãoda Biodiversidade – ICMBio/MMA
107.     Sérgia Garcia, diretora da UPES gestão 1998, medica formada em Cuba, militante da AssociaçãoMédica Nacional – (AMN-MF)
108.     Sergio Godoy, professor de Relações Internacionais da Fundação Santo André, ex membro docoletivo nacional da JPT, ex Secretário Geral da UPES
109.     Tássia Rabelo – Ex-Presidenta do CA da FGV, Ex-diretora do DCE da UERJ, Ex. Membro daExecutiva Nacional da JPT
110.     Tassio Brito coordenador geral DCE UESC(2007-2009), 2 diretor de RI da UNE(2008-2009,direção nacional da jpt(2008-2011) 3 Vice Presidente da UNE(2009-2011)
111.     Tatiana Oliveira diretora de mulheres da une 2005-2007
112.     Tatiana Zocrato – DCE PUC-MG 2002-2004 ,Vice-Presidenta UEE-MG2004-2009 , SEJPT-MG 2008-2011
113.     Thomás Ferreira CN ABEEF 2003/2004 Coord. Geral DCE/UFV 2005
114.     Ticiana Studart, SNJ PT 2003 a 2005, da secretaria nacional de mulheres do PT de 2005a 2007, e membro da executiva do PT CE;
115.     Verônica Lima, vereadora de Niterói, executiva da UBES 1997/99
116.     Veronica Maia, advogada, militante da RENAP, foi da SNJ PT de 2005 a 2007.
117.     Vinicius Cascone – FENED, advogado, militante do PT, Campinas/SP
118.     Vinícius de Lima – ex-coordenador nacional de comunicação da JPT e Presidente doDCE da Estácio de Sá – ES (2007), foi membro do Diretório Estadual do PT ES (2008) e doMovimento Não é só uma passagem (2005 – ES)
119.     Vinícius Ghizini, historiador, Secretário Adjunto JPT/Macro Campinas e SecretárioMunicipal JPT/Americana.
120.     Vinicyus Sousa – Ex – Diretor da executiva estadual da JPT – BA
121.     Wagner Romão, sociólogo, ex-presidente do Diretório Zonal de Pinheiros (São Paulo) -2005 a 2007.
122.     Wanderson Pimenta, ex- coordenador geral do DCE – UFBA (2012).
123.     Wladia Fernandes, coordenadora LBGTT do PT CE foi da JPT de 2005/09
124.     WendersonGasparotto, ex diretor da UEE-SP (1997/2001)
Wesley Francisco, DCE UFV, CA História/UFBA, FEMEH, UNE(2003) Coletivo NacionalLGBT.

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