Relação de Filmes Imperdíveis

Essa eu recebi por email. Achei o texto muito bom. Engraçado, enriquecedor, rsrs Claro que a relação de filmes clássicos é muito boa.

O Texto é do companheiro Beto Bastos.

Cinema

Recentemente me impressionou numa conversa de botequim com uma turma de juventude a ausência de referência desses jovens em sua cultura cinéfila nos grandes clássicos do passado. Na conversa ficou claro que nunca viram e não se interessavam pelos grandes filmes, seus atores, atrizes e diretores que marcaram época. Nunca assistiram Casablanca, filme que já vi 17 vezes. Tudo bem, afinal um filme de romance em preto e branco pode não fazer a “cabeça da turma”, mas não ter visto Blade Runner, aí é demais. Um baita filme de ficção. Acredito que filme não tem tempo. Um bom filme da década de 40 se for bom mesmo, tem de ser visto hoje. Para uma boa cultura básica da sétima arte, vale a pena um esforço em dar uma espiadinha no que já foi produzido, mesmo não gostando muito de alguns estilos. Por exemplo, o Fellini, um dos maiores cineastas não me agrada muito, mas vi quase to dos os seus filmes. Sergei Eisenstein é outro longe do consenso, mas não dá para não ver um filme dele. O mesmo vale para Glauber Rocha. Mas foram importantes diretores com uma linguagem nova, que marcaram suas épocas.

Essa questão do cinema para mim sempre foi muito importante. Sou um crítico de botequim sem nenhum rigor intelectual. Deixo isso previamente esclarecido para não me cobrarem coerência. Meus filhos já viram de tudo um pouco, sempre introduzo um clássico em casa. A cultura cinéfila vem desde cedo. Lembro-me de um filho de um atual deputado federal, que já foi do PT, e que eu fazia rodízio na carona para a escola com nossos filhos. O guri tinha doze anos. Num dia no trajeto de volta para casa descobri que ele nunca tinha ido ao cinema. Fiquei indignado. Pedi permissão à mãe e no mesmo dia levei-o num cinema da Tijuca (Carioca, que já não existe mais), para ver Parque dos Dinossauros. Tinham que ver a cara do guri na saída.

Mas voltando a essa cultura de berço, tive a felicidade dos meus pais adorarem filmes. Meu pai, um baiano gozador, tinha histórias muito divertidas. Uma num filme com a Brigitte Bardot numa cena onde ela sobe uma escada e do nada dá uma parada e olha pra trás. Meu pai ficou pra outra seção e no momento desta cena ele grita… Brigitte! Ela para e olha pra ele. Foi uma grande gargalhada no cinema. Outra foi que levou junto com uma turma, três pombos ao cinema para assistir “Os Pássaros” do Hitchcock. Na cena onde os pássaros atacam a cidade, eles soltam os bichos. Diz que foi o maior sururu, parou a seção.

Nesse ambiente comecei a ir ao cinema desde novinho. Vi tudo do Mazzaropi e do Jerry Lewis. Em casa assistia bons romances, comédias e faroeste. Dava muita risada com os filmes do Oscarito. Espelhava-me em alguns astros do cinema de Hollywood nas brincadeiras. Meu espadachim preferido era o Errol Flynn, no bang bang Randolph Scott, na luta o Victor Mature pois ninguém era páreo para Sansão. Cometi alguns crimes históricos com meus soldadinhos, os índios não ganharam uma e o meu General Custer sobreviveu.

Vi grandes atuações que me impressionaram. O olhar da Bette Davis era um negócio do outro mundo. O Montgomery Cliff era outro com olhar impressionante. O cara conseguia ser mais bonito que o James Dean e o Alan Delon juntos. Meus ídolos iam mudando ao longo do tempo até se fixar em Humphrey Bogart, uma espécie de herói mau caráter, mas não o perdôo por ter deixado voar a mulher mais linda que já habitou o planeta, Ingrid Berqman.

Gostava também de filmes de terror com Vincent Price e Boris Karloff. Meu primeiro pânico foi aos oito anos vendo o “Ataque da Mulher de 15 Metros”. Fiquei assustadíssimo. Era muita mulher para o meu tamanho. Dormi por três noites no quarto da minha mãe. Um filme que hoje é água com açúcar.

Na minha formação inicial, meus pais foram decisivos. Meu pai tinha critério para um bom filme. Tinha que ter muita pancadaria ou então tinha de ser engraçado. Minha mãe adicionava um outro quesito. Tinha de ter final feliz. Com essa base formei minha concepção de um bom filme aos doze anos de idade: porrada, tiro, gargalhada e acrescentei… mulher pelada. Claro, sempre com um final feliz.

Nessa época, aos doze anos, numa cidade não violenta como a do Rio, há tempos já andava sozinho nas ruas e pegava ônibus. Mas foi nesse período que comecei a freqüentar o cinema sem a companhia dos meus pais. Freqüentava os “puerinhas”, de poeira mesmo. Cinemas sujos que reprisavam filmes. Os que eu mais ia era o do Engenho de Dentro, Méier, Riachuelo e o de Todos os Santos, o “Todinho”. As enormes vantagens destes cinemas eram o preço (menos da metade dos cinemas convencionais), passavam dois filmes seguidos (no geral um faroeste italiano ou um filme de lutas marciais e uma pornochanchada brasileira) e o mais importante, não tinham censura. A minha cara. Mantive a minha tradição: porradaria, riso e sacanagem. Sempre com final feliz.

Nesse período tive um problema de consciência. Nessa época freqüentava a Igreja Metodista de Vila Izabel, na 28 de Setembro. Era a igreja da tradição de toda a minha família materna. De segunda a sábado ia ao cinema e no domingo rezava. Um filme que me marcou foi “Toda Nudez Será Castigada” um enorme sucesso com a Darlene Glória. Ela aparecia peladona. Apaixonei-me de cara. Sonhei muito e pratiquei algumas. Não deu duas semanas que tinha visto esse filme (umas três vezes), a mulher se converte. Foi parar na minha igreja para dar um depoimento. Coisas que só acontecem comigo. Pelo público esperado se armou uma espécie de ring no meio da quadra para recebê-la. Na noite do depoimento tinha uma multidão. E eu ali quietinho só pensando, fiz merda! A cada passagem mais dramática do depoimento da ex-atriz recém convertida ao evangelho, a massa gritava aos berros, Aleluia! No final a parte mais chocante do depoimento, ela viu o Diabo. Brigou com ele e o expulsou. A galera, Aleluia! E eu, fudeu! Ela expulsou “o cara” e ele agora vai partir pra cima de mim. Entrei em pânico. Dormi por três dias no quarto da minha mãe, mais uma vez, sem que pudesse abrir o jogo. Afinal o que poderia disser: mamãe, eu pequei; comi a Darlene Glória! Felizmente minha mãe nada perguntou.

São passagens que me marcaram. Minha relação com filmes foi se aprofundando e aprimorando. Meu critério para um bom filme já não se sustentava por inteiro. Assistir na adolescência filmes como Casablanca e O Morro dos Ventos Uivantes, sair com o coração partido e não ter uma namorada para beijá-la, é uma experiência amarga para a idade. Beijar travesseiro é muito dolorido. A entrada na vida política no final dos anos 70 obrigou-me a um novo olhar. Outras tradições que não a de Hollywood e do cinema brasileiro se apresentaram. Outra mudança importante ocorreu comigo nos últimos anos. Raramente vou ao cinema. Criado no subúrbio freqüentei os melhores cinemas. O que mais freqüentei foi o Imperator no Méier. A maior sala de cinema da América Latina (assim era anunciado) com 1.600 lugares, com direito à parte de cima. Freqüentei muito também o Santa Alice no Engenho Novo e os vários cinemas existentes na Tijuca. Todos sem exceção viraram igrejas evangélicas ou outros negócios. Deixei de freqüentar cinema porque odeio shopping. Filme hoje só em vídeo, salvo raras exceções.

Meu critério para escolha de um filme é a referência de um bom diretor ou ator. Assistir a um filme pelo impacto do nome pode ser uma grande furada. Lembro-me de uma chegada de férias, após dois meses em Barra de São João, e vi o título de um filme no cinema Imperator, “Os Embalos de Sábado a Noite”. Como não tinha lido propaganda nos jornais, intuí automaticamente: Oba! Um filme de sacanagem. Desci do ônibus com minha mochila, entrei no cinema e tive de aturar o John Travolta dançando por duas horas.

Voltando a conversa com a juventude, foi-me cobrado que fizesse uma lista dos principais filmes que eu recomendaria. Achei que mandaria essa lista no dia seguinte, mas o desafio me fez relembrar inúmeros outros filmes. Isso deu certo trabalho, pois alguns filmes esqueci-me do nome, só lembrava o diretor ou atores. Em outros casos, fruto da minha eterna confusão entre alguns atores: Steve McQueen ou Paul Newman, Gary Cooper ou Cary Grant, Vincent Price ou Boris Karloff, Robert De Niro ou Al Pacino e Dustin Hoffman. Fui parar na Internet.

Nas indicações que apresento, usei um critério. Só indicar filmes até a década de 70, afinal os demais são de grande conhecimento. Não vou me preocupar em indicar Matrix para essa juventude. Única exceção foi Cinema Paradiso, que é do início da década de 80, mas por ser um filme de extrema sensibilidade e não é um “pule de dez” de público, resolvi incluí-lo. O outro critério foi de incorporar na lista o conjunto de diretores que marcaram o cinema mundial e os principais atores e atrizes em atuações marcantes que eu assisti. Todos os filmes indicados eu vi, exceto “Alexandre Nevsky” do Einstein, que já me falaram muito bem, mas nunca consegui uma fita. Tem ainda a indicação do meu filho Daniel. Cobrou-me botar na lista Mad Max. Como é da década de 70, eu achava que era depois, não tive dúvida, acrescentei por total concordância. < /span>

Uma questão importante que constatei nesse levantamento e não tinha caído à ficha para mim é a impressionante ausência de atores negros e negras nos filmes antigos da escola americana e européia, situação revertida a partir da década de 80. Posso estar redondamente enganado, mais o único filme marcante com um ator negro foi Ao Mestre com Carinho com Sidney Poitier. Os demais papéis sempre muito rebaixados. Diferente da escola brasileira de cinema. A presença negra sempre foi muito marcante: Grande Otelo, Ruth de Souza, Antônio Pitanga, Milton Gonçalves e Zezé Motta eram figuras carimbadas.

Após essa apresentação indico a minha lista de favoritos. Relacionei por temas, a meu critério, e botei em ordem alfabética. Só destaquei em vermelho aqueles filmes que mais me agradaram, embora ache que todos apresentados devam ser vistos.

Já estou preparado para o primeiro e-mail que receberei. Será obviamente de um “mala” cobrando a ausência de um clássico ou por eu ter incluído “A Noviça Rebelde” na lista. Para esse chato já deixo a resposta:

Essa lista é minha. Prepare a sua e não me encha o saco…

Em anexo o Roteiro do Betão para uma boa cultura cinéfila.

Beto Bastos.

Relação de Filmes Imperdíveis: para uma boa educação cinéfila

1- Drama/ Romance:

– 1900, com Robert De Niro, Gerard Depardieu, Dominique Sanda, Burt Lancaster e Donald Sutherland. Dirigido por Bernardo Bertolucci.

– A Bela da Tarde (Belle de Jour), com Catherine Deneuve. Dirigido por Luis Buñuel.

– A Classe Operária Vai ao Paraíso, com Gian Maria Volonte. Dirigido por Elio Petri.

– A Doce Vida, com Marcello Mastroianni. Dirigido por Federico Fellini.

– A Malvada, com Bette Davis, Anne Baxter e Marilyn Monroe.

– A Montanha dos Sete Abutres, com Kirk Douglas. Dirigido por Billy Wilder.

– A Orquídea Negra, com Sophia Loren e Anthony Quinn.

– A Princesa e o Plebeu, com Gregory Peck e Audrey Repburn.

– A Um Passo da Eternidade, com Burt Lancaster, Montgomery Cliff, Deborah Kerr e Frank Sinatra.

– Actas de Marusia, com Gian Maria Volante. Dirigido por Miguel Littin.

– Adeus as Ilusões, com Elizabeth Taylor, Richard Burton e Charles Bronson.

– Adorável Vagabundo, com Gary Cooper e Bárbara Stanwyck. Dirigido por Frank Capra.

– Anna Karenina 1935, com Greta Garbo e Fredric March.

– Ao Mestre com Carinho, com Sidney Poitier.

– As Vinhas da Ira, com Henry Fonda, Jane Darwell e David Carradine. Dirigido por John Ford.

– Assim Caminha a Humanidade, com Elizabeth Taylor, Rock Hudson e James Dean.

– Casablanca, com Humphrey Bogart (meu ídolo) e Ingrid Berqman (a mulher mais linda que já habitou o planeta terra).

– Cidadão Kane, dirigido e estrelado por Orson Welles.

– Cinema Paradiso, dirigido por Giuseppe Tornatore.

– Decameron, dirigido por Píer Paolo Pasolini

– Doze Homens e uma Sentença (o original), com Henry Ford.

– E o Vento Levou, com Clark Gable e Vivien Leigh. Dirigido por Victor Fleming.

– F.I.S.T, com Sylvester Stallone.

– Ginger e Fred, com Giulietta Massina e Marcello Mastroianni. Dirigido por Federico Fellini.

– Jezebel, com Bette Davis e Henry Fonda.

– Juventude Transviada, com James Dean e Natalie Wood.

– Lábios de Fogo, com Rita Hayworth, Jack Lemmon e Robert Mitchum

– Ladrões de Bicicletas, dirigido por Vittorio De Sica.

– Lawrence da Arábia, com Peter O´Toole, Alec Guinnes, Anthony Quinn e Omar Sharif. Dirigido por David Lean.

– Lutador de Rua, com Charles Bronson e James Coburn.

– Luzes da Ribalta, dirigido e estrelado por Charles Chaplin.

– Manhattan, com Woody Allen, Diane Keaton e Meryl Streep. Dirigido por Woody Allen.

– Marujo Intrépido, com Spencer Tracy e Mickey Rooney. Dirigido por Victor Fleming.

– O Encouraçado Potemkin, dirigido por Sergei Eisenstein.

– O Enigma de Kaspar Hause, dirigido por Werner Herzog.

– O Expresso da Meia Noite, com Brad Davis. Dirigido por Alan Parker.

– O Desprezo, com Brigitte Bardot. Dirigido por Jean-Luc Godard.

– O Morro dos Ventos Uivantes (o original preto e branco), com Laurence Olivier e David Niven.

– O Ovo da Serpente, com David Carradine. Dirigido por Ingmar Berqman.

– O Sétimo Selo, dirigido por Ingmar Berqman.

– O Sol é Para Todos, com Gregory Peck.

– O Velho e o Mar, com Spencer Tracy. Baseado no livro de Ernest Hemingway.

O Vento Será Tua Herança, com Spencer Tracy, Fredric March e Gene Kelly.

– Os Sete Samurais, dirigido por Akira Kurosawa.

– Outubro, dirigido por Sergei Eisenstein.

– Pai Patrão, dirigido pelos irmãos Taviani.

– Papillon, com Steve MacQueen.

– Paris Está em Chama, com Jean-Paul Belmondo, Charles Boyer e Alain Delon.

– Perdidos na Noite, com Dustin Hoffman e Jon Voight.

– Por Quem os Sinos Dobram, com Gary Cooper e Ingrid Berqman. Roteiro de Hemingway.

– Ran, dirigido por Akira Kurosawa.

– Sacco e Vanzetti, com Gian Marie Vollanté e Riccardo Cucciolla. Dirigido por Giuliano Montaldo.

– Sem Destino, com Jack Nicholson, Peter Fonda e Dennis Hopper. Dirigido por Dennis Hooper.

– Síndrome da China, com Jane Fonda, Jack Lemmon e Michael Douglas.

– Testa de Ferro Por Acaso, com Woody Allen. Dirigido por Martin Ritt.

– Touro Indomável, com Robert De Niro e Joe Pesci. Dirigido por Martin Scorsese.

– Último Tango em Paris, com Marlon Brando e Maria Schneider (não é a Sandrinha). Dirigido por Bernardo Bertolucci.

– Um Estranho no Ninho, com Jack Nicholson e Danny deVito.

– Uma Rua Chamada Pecado, com Vivien Leigh e Marlon Brando. Dirigido por Elia Kazan.

– Z, com Yves Montand. Direção de Costa Gavras.

– Zorba o Grego, com Anthony Quinn e Alan Bates.

2- Épico:

– Alexandre Nevsky, dirigido por Sergei Eisenstein.

– Bem-Hur, com Charlton Heston.

– Dr. Jivago, com Omar Sharif e Alec Guinnes. Dirigido por David Lean.

– O Colosso de Rodes, dirigido por Sergio Leone.

– O Egípcio, com Edmond Purdom, Jean Simmons, Victor Mature e Peter Ustinov.

– O Manto Sagrado, com Richard Burton, Jean Simmons e Vitor Mature.

– Sansão e Dalila, com Victor Mature e Hedy Lamarr. Dirigido por Cecil B. Demille.

– Spartacus, com Kirk Douglas, Tony Curtis e Lawrence Olivier. Dirigido por Stanley Kubrick.

3- Guerra:

– 13 Rua Madeleine, com James Cagney.

– A Colina dos Homens Perdidos, com Sean Connery.

– A Ponte do Rio Kwai, com Alec Guinnes. Dirigido por David Lean.

– A Raposa do Mar, com Robert Mitchum.

– Apocalypse Now, com Marlon Brando, Robert Duvall e Martin Sheen. Dirigido por Francis Ford Coppola.

– Fugindo do Inferno, com Steve McQueen, James Garner e Charles Bronson.

– Morituri, com Yul Brynner e Marlon Brando.

– O Dia D, com Richard Burton,

– O Mais Longo dos Dias, com John Wayne, Richard Burton, Henry Fonda, Sean Connery, Rod Steiger e Robert Mitchum.

Os Canhões de Navarone, com Gregory Peck, David Niven e Anthony Quinn.

– Os Doze Condenados, com Lee Marvin, Ernest Borgnine, Donald Sutherland e Charles Bronson.

4- Policial/ Gangster:

– A Marca da Maldade, com Orson Welles, Charlton Heston e Janet Leigh. Dirigido por Orson Welles.

– Acossado, com Jean-Paul Belmondo e Jean Seberg. Dirigido por Jean-Luc Godard.

– Atirem no Pianista, com Charles Aznavour. Dirigido por François Truffaut.

– Era Uma Vez na América, com Robert De Niro, James Woods e Joe Pesci. Direção de Sergio Leonne.

– Inimigo Público, com James Cagney.

– O Dia do Chacal (o original), com Edward Fox. Dirigido por Fred Zinnermann.

– O Homem que Burlou a Máfia, com Walter Matthau.

– O Poderoso Chefão 1/2/3, dirigido por Francis Ford Coppola.

– Operação França, com Gene Hackman e Roy Scheider.

– Sindicato de Ladrões, com Marlon Brando. Dirigido por Elia Kazan.

– Um Dia de Cão, com Al Pacino.

5- Bang-Bang:

– Butch Cassidy, com Paul Newman, Robert Redford e Katharine Ross.

– Era uma Vez no Oeste, com Henry Fonda, Claudia Cardinale e Charles Bronson. Dirigido por Sergio Leone.

– Jesse James (o original), com Tyrone Power, Henry Fonda, Nancy Kelly e Randolph Scot.

– Josey WalesO Fora da Lei, dirigido e estrelado por Clint Eastwood.

– O Dólar Furado, com Giuliano Gemma.

– O Preço de Um Homem, com James Stewart (Jimmy) e Janet Leigh.

– O Tesouro de Sierra Madre, com Humphrey Bogart. Dirigido por John Huston.

– Os Brutos Também Amam (Shane), com Alan Ladd. Dirigido por George Stevens.

– Os Canhões de San Sebastian, com Anthony Quinn e Charles Bronson.

– Quando Explode a Vingança, com James Coburn e Rod Steiger. Dirigido por Sergio Leone.

– Rio Vermelho, com John Wayne e Montgomery Cliff.

– Sete Homens e um Destino (inspirado no filme Os Sete Samurais de Akira Kurosawa), com Yul Brynner, Steve McQueen e Charles Bronson.

6- Ficção:

– 2001-Uma Odisséia no Espaço, dirigido por Stanley Kubrick.

– 20.000 Léguas Submarinas, com Kirk Douglas, James Mason e Peter Loren. Baseado no livro de Júlio Verne.

– Barbarella, com Jane Fonda.

– Blade Runner, com Harrison Ford, Rutger Hauer e Sean Young.

– Contatos Imediatos de Terceiro Grau, com Richard Dreyfuss e François Truffaut. Dirigido por Steven Spielberg.

– Encurralado, com Dennis Weaver. Dirigido por Steven Spielberg.

– Fahrenheit 451, dirigido por François Truffaut.

– Laranja Mecânica, com Malcolm McDowell. Dirigido por Stanley Kubrick.

– Mad Max e Mad Max 2, com Mel Gibson. Dirigido por George Miller.

– O Homem Que Sabia de Mais, com James Stewart e Doris Day. Dirigido por Alfred Hitchcock.

– O Senhor das Moscas, baseado no livro de mesmo nome (recomendo) de William Golding.

– Relíquia Macabra (ou Falcão Maltês-título original), com Humphrey Bogart e Mary Astor. Dirigido por John Huston.

– Rollerball-Os Gladiadores do Futuro, com James Caan.

– Três Dias do Condor, com Robert Redford e Faye Dunaway. Dirigido por Sydney Pollack.

– Viagem ao Centro da Terra (o original), com James Mason. Baseado no livro de Júlio Verne.

7- Ação/ Aventura:

– A Vingança de Um Homem Chamado Cavalo, com Richard Harris.

– Alcatraz, Fuga Impossível, com Clint Eastwood e Danny Glover.

– Capitão Blood, com Errol Flynn e Olívia de Havilland.

– Casino Royale (o 1º James Bond), com David Niven no papel de James Bond e uma penca de astros nesse filme.

– Dr No (o 1º da série oficial do Agente James Bond), com Sean Connery.

– Horizonte Perdido (o original), dirigido por Frank Carpa.

– O Homem que Queria Ser Rei, com Michael Caine e Sean Connery. Dirigido por John Huston.

– O Vôo do Dragão, dirigido e estrelado por Bruce Lee com participação de Chuck Norris.

– Taras Bulba, com Yul Brynner e Tony Curtis.

– Um Homem Chamado Cavalo, com Richard Harris.

8- Comédia:

– A Corrida do Século, com Jack Lemmon, Tony Curtis e Natalie Wood.

– A Primeira Noite de Um Homem, com Anne Bancroft, Dustin Hoffman e Katharine Ross.

– A Última Noite de Boris Grushenko, com Woody Allen e Diane Keaton. Dirigido por Woody Allen.

– A Vida de Brian, filme do grupo inglês Monty Python.

– Amarcord, dirigido por Federico Fellini.

– As Loucas Aventuras do Rabbi Jacob, com Louis de Funès.

– Boccaccio 70, filme em 4 episódios baseado no livro Decameron de Boccaccio. Cada episódio dirigido por Mario Monicelli, Federico Fellini, Luchino Visconti e Vittorio De Sica.

– Bananas, dirigido e estrelado por Woody Allen com participação de Danny deVito.

– Deu a Louca no Mundo, com Spencer Tracy e ponta de vários comediantes da época (incluindo os Três Patetas).

– Ensina-me a Viver, com Bud Cort e Ruth Gordon. Dirigido por hal Ashby.

– Golpe de Mestre, com Paul Newman, Robert Redford e Robert Shaw.

– Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, com Woody Allen e Diane Keaton. Dirigido por Woody Allen.

– O Garoto/ Luzes da Cidade/ Tempos Modernos/ Em Busca do Ouro/ O Grande Ditador, dirigido e estrelado por Charles Chaplin.

– O Homem Mosca, com Harold Lloyd.

– O Jovem Frankenstein, com Gene Wilder, Marty Feldman e Peter Boyle. Dirigido por Mel Brooks.

– O Professor Aloprado, com Jerry Lewis.

– Os Quatro Batutas, com os irmãos Max.

– Papai Ganso, com Cary Grant.

– Um Convidado Bem Trapalhão, com Peter Sellers e Claudine Longet.

9- Suspense/ Terror:

– A Profecia (o original), dirigido por John Moore.

– Carrie, A Estranha, com Sissy Spacek e John Travolta. Dirigido por Brian De Palma.

– Drácula, com Bela Lugosi.

– Frankenstein, com Boris Karloff.

– Janela Indiscreta, com James Stewart, Grace Kelly e Wendell Corey. Dirigido por Alfred Hitchcock.

– Nosferatu (o original), dirigido por F. W. Murnau.

– Nosferatu, O Vampiro da Noite, dirigido por Werner Herzog.

– O Bebê de Rosemary, com Mia Farrow. Dirigido por Roman Polansky.

– O Corcunda de Notredame, com Gina Lollobrigida e Anthony Quinn. Dirigido por Jean Delannoy.

– O Exorcista, dirigido por William Friedkin.

– O Iluminado, com Jack Nicholson. Dirigido por Stanley Kubrick.

– O Médico e o Monstro, com Spencer Tracy e Ingrid Berqman. Dirigido por Victor Fleming.

– Os Pássaros, com Rod Taylor e Jéssica Tandy. Dirigido por Alfred Hitchcock.

– Psicose, com Anthony Perkins e Vera Miles. Dirigido por Alfred Hitchcock.

– Tubarão, com Roy Scheider, Robert Shaw e Richard Dreyfuss. Dirigido por Steven Spielberg.

– Vestida para Matar, com Michael Caine e Angie Dickinson. Dirigido por Brian De Palma.

10- Musical:

– A Noviça Rebelde, com Julie Andrews e Christopher Plummer.

– Cantando na Chuva, dirigido e estrelado por Gene Kelly.

– O Picolino, com Fred Astaire e Ginger Rogers.

– O Mágico de Oz, com Judy Garland. Dirigido por Victor Fleming.

11- Cult:

– A Mosca da Cabeça Branca (é o original do recente filme “A Mosca”), com Vincent Price.

– Museu de Cera, com Vincent Price.

– O Ataque da Mulher de 15 Metros, com Allison Hayes.

– O Dia em Que a Terra Parou, dirigido por Robert Wise.

– O Incrível Homem Que Encolheu, com Grant Willians. Dirigido por Jack Arnold.

12- Filmes Brasileiros:

– A Dama do Lotação, com Sonia Braga, Nuno Leal Maia, Jorge Dória, Paulo César Pereio e Cláudio Marzo. Dirigido por Neville de Almeida.

– À Meia Noite Levarei Sua Alma, dirigido e estrelado por Zé do Caixão.

– Assalto ao Trem Pagador, com Eliezer Gomes, Luiza Maranhão, Reginaldo Farias, Jorge Dória, Ruth de Souza e Grande Otelo. Dirigido por Roberto Farias.

– Barravento, com Antonio Pitanga e Luiza Maranhão. Dirigido por Glauber Rocha.

– Boca de Ouro, com Jece Valadão, Odete Lara e Daniel Filho. Dirigido por Nelson Pereira dos Santos.

– Bye Bye Brasil, com José Wilker, Betty Farias e Fabio Junior. Dirigido por Cacá Diegues.

– Candinho, com Mazzaropi, Marisa Prado, Ruth de Souza, Adoniran Barbosa e Benedito Corsi.

– Deus e o Diabo na Terra do Sol, com Othon Bastos, Mauricio do Valle, Yoná Magalhães e Geraldo Del Rey. Dirigido por Glauber Rocha.

– Dona Flor e Seus Dois Maridos, com Sonia Braga, José Wilker e Mauro Mendonça. Dirigido por Bruno Barreto.

– Dupla do Barulho, com Oscarito e Grande Otelo. Dirigido por Carlos Manga.

– Eles Não Usam Black Tie, com Gianfrancesco Guarnieri, Fernanda Montenegro, Milton Gonçalves, Bete Mendes, Francisco Milani e Carlos Alberto Ricceli. Dirigido por Leon Hirszman.

– Gaijin- Os Caminhos da Liberdade, com Kyoko Tsukamoto, Antônio Fagundes, Jiro Kirowarasaki, Gianfrancesco Guarnieri e Louise Cardoso. Dirigido por Tisuka Yamazaki.

– Jeca Tatu, com Mazzaropi.

– Macunaíma, com Grande Otelo, Paulo José, Dina Sfat e Milton Gonçalves.

– Nem Sansão Nem Dalila, com Oscarito, Cyll Farney, Eliana Macedo e Wilson Grey. Dirigido por Carlos Manga.

– O Beijo no Asfalto, com Tarcisio Meira, Lídia Brondi, Daniel Filho e Ney Latorraca. Dirigido por Bruno Barreto.

– O Pagador de Promessas, com Leonardo Villar, Gloria Menezes, Norma Bengell e Geraldo Del Rei. Dirigido por Anselmo Duarte.

– Os Cafajestes, com Jece Valadão, Norma Bengell, Daniel Filho e Hugo Carvana. Dirigido por Ruy Guerra.

– Orfeu do Carnaval (o original, produção franco-brasileira), com Breno Mello e Marpessa Dawn. Dirigido por Marcel Camus.

– Pixote-A Lei do Mais Fraco, com Fernando Ramos e Marília Pêra. Dirigido por Hector Babenco.

– Pra Frente Brasil, com Reginaldo Faria, Natália do Valle, Antônio Fagundes e Elizabeth Savalla. Dirigido por Roberto Faria.

– Terra em Transe, com Jardel Filho, José Lewgoy e Danuza Leão. Dirigido por Glauber Rocha.

– Toda Nudez Será Castigada, com Darlene Glória. Dirigido pelo FDP do Arnaldo Jabor.

– Vai Trabalhar Vagabundo, com Hugo Carvana, Zezé Motta, Paulo César Peréio, Odete Lara e Nelson Xavier. Dirigido por Hugo Carvana.

– Vidas Secas, filme baseado no livro de Graciliano Ramos e dirigido por Nelson Pereira dos Santos.

– Xica da Silva, com Zezé Motta, Walmor Chagas, José Wilker e Stepan Nercessian. Dirigido por Cacá Diegues.

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6 Comentários

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6 Respostas para “Relação de Filmes Imperdíveis

  1. Juzelly

    Descobri sua lista através do nosso sempre amigo google, onde procurava bons filmes para assistir. Sabe como é, a gente que assiste todo final de semana, às vezes fica meio sem opção. Para mim foi super útil, gostei bastante dos títulos, principalmente porque ainda não assisti a maioria. Por isso ela é ótima, porque apesar de trazer clássicos, foge do óbvio, dos filmes que foram lançados ontem! Enfim uma lista de filmes que ainda não vi!!! Uhu… Nem sei por onde começar… Valeu!

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    • O texto não é meu como vc pode ter percebido, pois está assinado por outra pessoa. Mas obrigado pelo comentário. EU tb achei o texto muito bom, por isso publiquei aqui.

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  2. Marcos reboucas

    Prezado amigo,

    Gostei muito da relação, alguma dica aonde posso encontrar boa parte desses filmes?

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    • O texto não é meu, como vc deve ter percebido. Acredito q vc encontre os filmes em boas locadoras de filmes. Aqui no Rio eu acho q é possível achá-los no Estação. Alguém saberia responder?

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  3. marcia

    Na Blackbuster tem a maioria.

    realmente a lista é ótima.

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    • Henrique Lucio dos Santos

      Gostei muito do seu texto inicial(leitura facil, nostalgica e muito…agradavel), só de incluir na sua lista “Era uma vez na america”, meu filme preferido, ja valeu.

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