No apagão, o velho radinho fez diferença

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Não sei quanto a vocês, mas eu estava na rua durante o apagão de terça. Jogando bola, para ser mais exato. O jogo, claro, foi interrompido.

Da já precária iluminação dos campos do aterro, não sobrou nada. Somente o imponente letreiro do Hotel Novo Mundo, verde, alimentado por um gerador, nos dava alguma possibilidade de nos vermos, arrumarmos nossas modestas coisas e esperarmos, ao lado de um ambulante, com seu inseparável radinho de pilhas, tomando uma cerveja. Ali, longe de qualquer tecnologia moderna, gadgets, computadores, telões de plasma, telinhas lcd em diversos aparelhos, ficamos sabendo da dimensão do apagão enquanto ouvíamos o Vasco ganhar do campinense por 1 x 0.

É engraçada a contradição disso. Leio agora que muita gente ficou se informando e informando outras pessoas, uma vez que é esse o sentido dessa parafernalha tecnológica que vivemos, pelo Twitter. Inclusive, pela nota do bluebus, as rádios estavam se informando das dimensões do acontecido pelo twitter.

É a simbiose dos meios de comunicação. O novo dentro do velho se reinventando como meios e canais complementares.

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